1 de junho de 2020

Dia Mundial da Criança



A pensar em todas as crianças, o Grupo Concelhio das Bibliotecas de Ansião fez um pequeno vídeo que aqui te deixamos, para assinalar o Dia da Criança.




O Dia Mundial das Crianças não é comemorado no mesmo dia em todos os países. A ONU (Organização das Nações Unidas) definiu-o a 20 de novembro, mas existem países que, como Portugal, comemoram a 1 de junho e outros, como o Brasil, a 12 de outubro.
Tudo remonta a 1945, depois da 2º Guerra Mundial. Na altura, as crianças viviam em condições horríveis: não havia comida, a maioria da Europa estava em crise, sofriam-se os efeitos da guerra, etc.

As crianças eram exploradas: trabalhavam desde novas porque os pais não tinham dinheiro e a maioria das crianças da Europa não sabia ler nem escrever!

A ONU que foi criada após o final da II Guerra Mundial para substituir a Sociedade das Nações e com o objetivo principal de manter a paz no mundo.

Esta organização foi ampliando o seu raio de alcance criando, em 1946, a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância). O grande problema das crianças era o facto de os governantes dos países não estarem minimamente preocupados com os seus direitos. 
Anos mais tarde, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres sugeriu à ONU a criação de um dia dedicado às crianças de todo o mundo.
Apesar destes direitos terem sido comemorados desde 1950, em Portugal, só em 1959, é que os mesmos foram aplicados na lei Portuguesa. Além disso, existem ainda muitos países, como os países Africanos onde as crianças vivem muito mal e com muitas necessidades por isso devemos continuar a apoiar o defendido na Declaração dos Direitos das Crianças.





 

28 de maio de 2020

Pedro Alecrim





Pedro Alecrim

"Este livro conta-nos a história de um rapaz chamado Pedro Alecrim e a sua vida escolar, no campo, com a família e colegas.

Pedro Alecrim era um rapaz novo que vivia no monte juntamente com os seus pais e irmãos. Habitava numa casa em que o trabalho de lavoura era a fonte de sustento.

Todos os dias partia para a escola e as vezes, questionava-se sobre a aprendizagem de determinadas matérias que o confundiam, e como ia aguentar o peso de tantos livros. Pedro não era bom aluno, mas esforçava-se nas aulas. Quando este jovem regressava a casa ia tratar do gado, apanhava a erva e distribuía-a na manjedoira dos animais e ia buscar as cabras aos campos.
O seu melhor amigo chamava-se Nicolau e juntos faziam a caminhada de casa para a escola e da escola para casa, e ate chegarem a Pragal, que era a aldeia ondem viviam, tinham de andar um bom pedaço por entre campos e montes. Um dia decidiram que iriam ficar ricos e fizeram uma sociedade: iam apanhar agriões junto a uma ribeira e depois vendiam-nos numa loja..."



Queres saber mais das aventuras e desventuras de Pedro Alecrim, sua família e amigos? Clica na imagem e podes ler a obra (com algumas supressões). E acredita que vale a pena ler esta obra de António Mota, que integra o Plano nacional de Leitura e faz pare do leque de obras indicadas para leitura orientada no 6º ano de escolaridade.



28 maio - DIA MUNDIAL DO BRINCAR


O Menino Grande

Também eu, também eu,
joguei às escondidas, fiz baloiços,
tive bolas, berlindes, papagaios,
automóveis de corda, cavalinhos...

Depois cresci,
tornei-me do tamanho que hoje tenho;
os brinquedos perdi-os, os meus bibes
deixaram de servir-me.
Mas nem tudo se foi:
ficou-me,
dos tempos de menino
esta alegria ingénua
perante as coisas novas
e esta vontade de brincar.

Vida!
não me venhas roubar o meu tesoiro:
não te importes que eu ria,
que eu salte como dantes.
E se riscar os muros
ou quebrar algum vidro
ralha, ralha comigo, mas de manso...

(Eu tinha um bibe azul...
Tinha berlindes,
tinha bolas, cavalos, papagaios...

A minha Mãe ralhava assim como quem beija...
E quantas vezes eu, só pra ouvi-la ralhar,
parti os vidros da janela
e desenhei bonecos na parede...)

Vida!, ralha também,
ralha, se eu te fizer maldades, mas de manso,
como se fosse ainda a minha Mãe...                                         

Sebastião da Gama (1924-1952)

25 de maio de 2020

Morreu Maria Velho da Costa



Maria Velho da Costa nasceu a 26 de junho de 1938 em Lisboa, filha natural legitimada pelo subsequente casamento de seus pais, Afonso Jaime de Bivar Moreira de Brito Velho da Costa e sua segunda mulher Julieta Vaz Monteiro da Assunção.

Licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professora no ensino secundário e presidente da Associação Portuguesa de Escritores. Tem o Curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi membro da Direcção e Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, de 1973 a 1978. Foi leitora do Departamento de Português e Brasileiro do King's College - Universidade de Londres, entre 1980 e 1987.

Foi incumbida pelo Estado Português de funções de carácter cultural: foi Adjunta do Secretário de Estado da Cultura em 1979 e Adida Cultural em Cabo Verde de 1988 a 1990.[ Adicionalmente, desempenhou funções na Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e trabalhou ainda no Instituto Camões.

Teve, desde 1975, colaboração regular em argumentos cinematográficos, nomeadamente em películas de João César Monteiro, Margarida Gil e Alberto Seixas Santos.

Consagrada, já em 1969, com o romance Maina Mendes, tornou-se mais conhecida depois da polémica em torno das Novas Cartas Portuguesas (1972), obra em que se manifesta uma aberta oposição aos valores femininos tradicionais. Esta publicação claramente antifascista e altamente provocatória para o regime, levou as suas três autoras a tribunal, tendo o 25 de Abril interrompido as sanções a que estavam sujeitas as denominadas Três Marias: Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno.

Às teses de reivindicação feminina já enunciadas em Novas Cartas Portuguesas, acrescenta-se, na sua obra, um inconformismo quanto aos cânones narrativos. Inconformismo esse que se pode verificar também na sua obra de ensaio.

Em 2002 recebeu o Prémio Camões.

Fonte: Wikipédia

22 de maio de 2020

Dia do Autor Português


DIA DO AUTOR PORTUGUÊS

Homenagear os autores nacionais é o objetivo do Dia do Autor Português, que se assinala hoje. E é a missão permanente da Imprensa Nacional.
Instituído em 1982 pelo maestro Nóbrega e Sousa, o Dia do Autor Português é comemorado no dia 22 de maio e pretende homenagear os autores portugueses nas mais diversas áreas artísticas como a pintura, a literatura, a poesia, a música ou o cinema, que têm contribuído para o enriquecimento da cultura portuguesa com as suas criações e distinguir aqueles que se destacaram na defesa e promoção dos direitos de autor.
Podes saber mais sobre este efeméride clicando AQUI.

Fonte: http://prelo.incm.pt/2018/05/22-de-maio-dia-do-autor-portugues.html


20 de maio de 2020

Dia da espiga

Dia da Espiga – A sua origem, história e significados


Créditos da imagem: CMA
A Festa da Ascenção, ou Quinta-Feira da Ascenção, é uma data marcadamente católica, e por isso é feriado municipal em muitos concelhos, entre os quais o concelho de Ansião. É um feriado móvel, que este ano se celebra amanhã. 

No entanto, em simultâneo com ela, e provavelmente com maior adesão, celebra-se Dia da Espiga, ou Quinta Feira da Espiga.



A Origem da Tradição

Os rituais pagãos, com especial enfoque nas culturas célticas e romanas, de celebração das primeiras colheitas, e pedido pela qualidade e quantidade destas, remontam à antiguidade. 
Costumavam-se observar pelo meio da Primavera, mais ou menos no atual Maio, e sempre tiveram grande implementação Popular. 
Com a chegada do Cristianismo, e tendo em conta as datas das celebrações da Páscoa, acabou por, em Portugal,  se colar à Festa da Ascenção, celebrada 39 dias depois da Páscoa, até porque era um Feriado oficial em Portugal.

O grande símbolo do Dia da Espiga é o Ramo da Espiga. Tradicionalmente este é colocado em casa, atrás da porta principal, e fica lá todo o ano,  até ser substituído no ano seguinte por um novo ramo.

É tido no seu todo como um símbolo de prosperidade, e ao mesmo de sorte.

Consigo acarreta também algumas tradições, como a de em dias de trovoada atirar um pouco da espiga para a lareira como protecção contra os raios.
No Dia da Espiga as pessoas iam pelos prados em busca dos vários constituintes do Ramo da Espiga. Sabes quais são e o que significam? Vamos ver:

As espigas- podem ser de trigo, centeio, aveia, ou qualquer outro cereal. As espigas devem ser sempre em número ímpar, e são a parte mais importante do ramo. Representam o pão, como a base do sustento da família, e a fecundidade.

A papoila- com a sua cor vibrante e quente a Papoila significa neste ramo o amor, e a vida.
Sendo a parte mais garrida do ramo acaba por ser também aquele que mais se decai com o ano a passar, ao escurecer e secar.

O malmequer- Simboliza no ramo a riqueza, e os bens terrenos. Isto pelo seu branco simbolizar a Prata, e ao mesmo tempo o amarelo simbolizar o Ouro.

A oliveira - acaba por ter um duplo significado, uma vez que, ao mesmo tempo que significa a Paz, simboliza igualmente a Luz. 

O alecrim -é uma presença constante pelo mediterrâneo. Com o seu cheiro forte e duradouro, e sendo uma planta que resiste a quase tudo, simboliza no ramo a força e a resistência.
Ao contrário da Papoila, avançando no tempo o seu cheiro vai-se aguentando, e a sua presença torna-se cada vez mais notada no ramo.

A videira - A representação do vinho, tão importante para a nossa cultura e tradição, no Ramo da Espiga, vem naturalmente da Videira.
Naturalmente também a associação à alegria também tão ligada ao Vinho na nossa cultura passa também por esta planta.


...e porque amanhã é Feriado Municipal, aqui fica o convite da Câmara Municipal de Ansião para que nos juntemos, de uma forma original, em tempos de pandemia, nas celebrações deste dia.



15 de maio de 2020

Dia da Família

Em 1993, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 15 de maio como Dia Internacional da Família. Desde então comemora-se este dia, de forma a chamar a atenção para questões que influenciam o dia a dia da Família, e para que se reconheça o papel nuclear da família na sociedade e se incentive a adoção de medidas, no sentido de melhorar a sua condição. 
As escolas têm vindo a incluir a comemoração deste dia nos seus calendários escolares, de modo a transmitir às crianças a importância da família para todos nós, enquanto seres Humanos e sociais. Nos dias que correm torna-se urgente e fundamental incentivar as crianças para a vida familiar, na qual partilhamos momentos de afetividade, proximidade, calor humano, harmonia, amor, carinho. Enfim, sentimentos fundamentais para as crianças crescerem e se desenvolverem de forma equilibrada. 
Importa, fundamentalmente,   transmitir às crianças a ideia de que, acima de tudo, não importa o tipo de família em que vivemos, mas sim como a vivenciamos. 
O mais importante é o AMOR que sentimos uns pelos outros. E não existe nada melhor para uma criança do que se sentir AMADA por quem a rodeia.



Feito com Padlet

9 de maio de 2020

Comemoração do Dia da Europa


Os alunos do Clube Europeu e da disciplina de Geografia da Escola Básica Nº2 de Avelar, e ainda os elementos do Programa Escola Embaixadora do Parlamento Europeu do Agrupamento de Escolas de Ansião, mesmo não podendo estar pessoalmente juntos na escola, organizaram-se através de videoconferência com o objetivo comum de assinalarem o Dia da Europa.
À distância, os alunos do Clube Europeu e a disciplina de Geografia da Escola Básica nº 2 de Avelar, partilharam ideias, umas mais viáveis do que outras, distribuíram tarefas, e realizaram trabalhos sobre a temática "Alterações Climáticas, um desafio para a Europa". Ultrapassadas as dificuldades, e com o contributo das diversas pesquisas realizadas pelos alunos, foi elaborado um mapa interativo da Europa, com algumas das consequências das alterações climáticas.

 Clica para veres o mapa interativo)

Os mesmos alunos produziram ainda um vídeo que tenta mostrar algumas das consequências das alterações climáticas, e transmitir uma mensagem de esperança para ultrapassarmos, com solidariedade e responsabilidade, o grande desafio que é a pandemia COVID19.

Clica para veres o filme


Já os elementos do Programa Escola Embaixadora do Parlamento Europeu conseguiram realizar um vídeo muito simbólico da vontade de recuperar a união entre as pessoas, numa União Europeia ferida pela pandemia COVID 19, na vontade de reaver a liberdade de movimentação, o convívio entre os povos, a partilha de experiências, a vontade de viver em interculturalidade, o respeito pelo que é diferente, para mostrar que o lema da UE, "Unidos na Diversidade", se concretizará pela sua determinação de estarmos sempre juntos.


Clica para veres o vídeo


7 de maio de 2020

"Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa"- Concurso literário

No âmbito das comemorações do Da Mundial da Língua Portuguesa, referimos, numa publicação anterior, o concurso literário "Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa", de que agora damos conhecimento mais pormenorizado. 
Clica na imagem abaixo para mais informações.


Dia da Europa






Todos os anos, no Dia da Europa, comemorado a 9 de maio, festeja-se a paz e a unidade do continente europeu. Esta data assinala o aniversário da histórica “Declaração Schuman”. Num discurso proferido em Paris, em 1950, Robert Schuman, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável a eclosão de uma guerra entre países europeus.
A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia, encarregada de gerir em comum a produção do carvão e do aço entre os países fundadores. Desta iniciativa resultou a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), a que aderiram outros países. Ainda que de índole estritamente económico e limitada aos setores referidos, a CECA foi o início de uma união mais ampla, a Comunidade Económica Europeia (CEE), antecessora da atual União Europeia. De então para cá, a Europa comunitária não só alargou o se âmbito geográfico, como fortaleceu os laços que a unem.

Na impossibilidade de estarmos fisicamente juntos a comemorar este dia, os alunos e professores do Clube Europeu, das Escolas Embaixadoras do Parlamento Europeu e as Bibliotecas Escolares, encontram-se a trabalhar num conjunto de iniciativas, em suportes digitais, que serão disponibilizadas nesse dia. Fiquem atentos!

5 de maio de 2020

Dia Mundial da Língua Portuguesa

Comemora-se hoje, pela primeira vez, o 
Dia Mundial da Língua Portuguesa


Clica aqui para saberes mais sobre este evento

O evento comemorativo do Dia Mundial da Língua Portuguesa, organizado pelo Camões, I.P., em parceria com CPLP, UNESCO e ONU News será disponibilizado a partir das 12h00 de dia 5 de maio no canal Camões, I.P. do YouTube.

O evento incluirá testemunhos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro português, António Costa, do chefe de estado de Cabo Verde e presidente em exercício da CPLP, Jorge Carlos Fonseca, do secretário-executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Telles, e de Sampaio da Nóvoa, representante de Portugal na UNESCO.

Testemunhos de escritores, desportistas, cientistas, artistas e demais individualidades gravados em vídeo serão igualmente divulgados, procurando dar expressão à dimensão pluricêntrica da Língua Portuguesa. Manuel Alegre, José Ramos-Horta, Mia Couto, Germano Almeida, Maria Manuel Mota, Adriana Calcanhotto, Fernando Pimenta, Flora Gomes, Carminho, Milton Hatoum e o Cardeal José Tolentino Mendonça são algumas das individualidades.

Um concerto com os cantautores Aline Frazão (Angola), Ivan Lins (Brasil), Teófilo Chantre (Cabo Verde), Manecas Costa (Guiné-Bissau), Stewart Sukuma (Moçambique), João Gil (Portugal), Tonecas Prazeres (São Tomé e Príncipe) e Zé Camarada (Timor-Leste) encerrará o evento, que permanecerá disponível e de acesso público no YouTube.


Podes acompanhar nos clips abaixo a cerimónia de abertura do Dia Mundial da Língua Portuguesa, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o  depoimento de António Nóvoa, Embaixador de Portugal junto da UNESCO.

       



       

Podes igualmente aceder ao portal do PNL2027, para mais informações, clicando no logo abaixo, onde poderás ver  a notícia do lançamento do concurso literário “Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa”, o testemunho de João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação e linguista, e ainda muitas outras coisas do teu interesse!

Clica para acederes ao PNL2027


Amanhã daremos conta de mais pormenores do concurso "Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa".

3 de maio de 2020

Dia da Mãe


A Biblioteca Escolar não deixa de assinalar o Dia da Mãe, que chegou a ser celebrado a 8 de dezembro, mas na década de 70, passou para o primeiro domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo, que se celebra durante o mês de maio. 

A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães. Pelos quatro cantos do mundo, comemora-se o Dia da Mãe, mas a data varia consoante o país. 

Dia da Mãe, também designado como Dia das Mães, teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Annie Jarvis, perdeu a sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anny com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração do Dia das Mães alastrou-se por todos os Estados Unidos e, em 1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio. 

A Equipa da Biblioteca Escolar deixa-te algumas sugestões para proporcionares momentos agradáveis à tua Mãe.
Para acederes a estas atividades, segue os passos seguintes:



Deixamos-te, ainda, alguns poemas alusivos à data e sugerimos que em conjunto (mão/filho/a), realizes uma leitura partilhada. Clica na imagem para poderes lê-los.

Clica na imagem para leres os poemas

Desejamos a todos um feliz Dia da Mãe.

1 de maio de 2020

1º de Maio- Dia do Trabalhador



1 de maio é o Dia do Trabalhador, data da realização da primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago, e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886.
Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. 
A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial.é o Dia do Trabalhador, data que tem origem a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago, e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886. 

Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial.

Foram os factos históricos que transformaram o 1 de maio no Dia do Trabalhador. Até 1886, os trabalhadores jamais pensaram exigir os seus direitos, apenas trabalhavam.

Clicar para mais informações sobre o 1º de Maio


No dia 23 de abril de 1919, o Senado francês ratificou as 8 horas de trabalho e proclamou o dia 1º de maio como feriado, e uns anos depois a Rússia fez o mesmo. 

Em Portugal, os trabalhadores assinalaram o 1.º de Maio logo em 1890, o primeiro ano da sua realização internacional. Mas as ações do Dia do Trabalhador limitavam-se inicialmente a alguns piqueniques de confraternização, com discursos pelo meio, e a algumas romagens aos cemitérios em homenagem aos operários e ativistas caídos na luta pelos seus direitos laborais.

27 de abril de 2020

BE@qui

À distância de um clique, o mundo dos livros ao teu alcance!
Deixa-te tentar por esta aventura...



Como aceder? Segue as instruções:


25 de abril de 2020

25 de Abril- Dia da Liberdade




Foram 48 anos de obscurantismo e sofrimento.
Foram muitas lutas travadas por homens e mulheres de muita coragem, para libertarem um povo triste e amordaçado.
Era a tristeza.
E depois, foi aquela gloriosa manhã de Abril, em que a noite deu lugar ao dia mais brilhante e desejado por todos os portugueses.
Foi um cravo na ponta de uma espingarda. Foram os soldados. Foi... 

A REVOLUÇÃO E A CONQUISTA DA LIBERDADE

Ver vídeo-25 de Abril

A Revolução de 25 de Abril de 1974, desencadeada pelo Movimento das Forças Armadas, (MFA), constituiu um dos marcos fundamentais da história contemporânea de Portugal. Graças ao “25 de Abril”, restabeleceram-se as liberdades individuais e a democracia, terminou a guerra colonial e reconheceu-se a independência das colónias. Ao derrubar o regime ditatorial iniciado em 1926, com a Ditadura Militar, a Revolução devolveu aos portugueses o direito de traçarem livremente o seu destino colectivo. Milhões de pessoas, nas ruas e praças de todo o país, demonstraram nas ruas, em 1 de maio de 1974, a sua alegria pela reconquista da liberdade.

Porém, os tempos que se seguiram ao 25 de Abril, foram muito agitados. O MFA acabaria por se dividir em várias fações, refletindo a diversidade política e ideológica da própria sociedade. Só depois de 25 de novembro de 1975, a agitação revolucionária daria lugar à institucionalização do regime democrático, reforçado pela aprovação da Constituição de 1976.

Descolonizar, democratizar e desenvolver eram os objetivos fundamentais dos revolucionários do 25 de Abril. Desenvolver, acabaria por ser o objetivo mais difícil de atingir. De qualquer modo, foi a Revolução que criou as condições fundamentais para o desenvolvimento económico, social e cultural da sociedade portuguesa.
Ver vídeo (Salgueiro Maia)



Em 24 de abril de 1974, Salgueiro Maia era capitão na Escola Prática da Cavalaria de Santarém. 
Na madrugada do dia 25 de abril de 1974, forças militares em vários pontos do país aguardavam a palavra de ordem para o desencadear das operações. 

A senha da partida foi transmitida pelo Rádio Clube Português: às 22 horas e 55 minutos do dia 24, com a canção “E Depois do Adeus”, seguindo-se a canção “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso, transmitida no programa “Limite”, da Rádio Renascença às 0 horas e 25 minutos do dia 25 de Abril.

Entre as 00h30 e as 03h30 surgem as primeiras operações militares levadas a cabo pelo MFA (Movimento das Forças Armadas). Vários pontos da capital são ocupados ao mesmo tempo: Rádio Clube Português, Comando da Região Militar de Lisboa, Radiotelevisão Portuguesa, Aeroporto de Lisboa, Emissora Nacional e Rádio Marconi.

Salgueiro Maia comandava uma coluna de carros blindados da Escola Prática da Cavalaria de Santarém e, após o sinal, dirigiu-se a Lisboa, à Praça do Comércio/Terreiro do Paço. Ali, procurou negociar a rendição das tropas enviadas pelo governo, mas, por volta das 10h00, o comandante fiel ao governo deu ordem de fogo. Salgueiro Maia colocou-se diante das armas, enfrentando a ordem. Ninguém disparou e uma parte dos soldados passou-se para o lado do MFA. 

De seguida, Salgueiro Maia dirigiu-se para o quartel da GNR, no Largo do Carmo, onde se refugiara o Presidente do Conselho, Marcelo Caetano. O cerco ao quartel durou horas e, na rua, a multidão apoiava a revolta. Marcelo Caetano acabou por se render, tendo sido apoiado a fugir para o Brasil. 

O povo, na rua, festejava e ofereceu cravos vermelhos às tropas. A revolta ficou conhecida como a “Revolução dos Cravos”. Portugal recuperava, assim, a sua liberdade perdida com o golpe militar de 1926…

(Consulta mais informação nos vídeos abaixo, clicando nos cravos)


vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo





23 de abril de 2020

Dia Mundial do Livro

Um livro no coração. Todos somos Livros


Para assinalar o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores, a UNESCO instituiu, a partir de 1996, o dia 23 de abril como Dia Mundial do Livro. 

Esta data foi escolhida em homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare, Cervantes e Garcilaso de la Veja, falecidos precisamente em abril, e está também associada à tradição catalã, segundo a qual, neste dia, os homens oferecem às senhoras uma rosa vermelha de S. Jorge e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do heróico cavaleiro.

E porque, em tempos de isolamento social, os livros e a leitura podem ser uma excelente companhia, pelas viagens que nos proporcionam, deixamos-te dois desafios:

- a história “A VELHA E O GARRAFÃO”, contada por António Mota:
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- e um blogue para quem gosta de ler, mas ainda não descobriu…


Clica na imagem para visitares este blogue



E a propósito de livros e leituras, publicamos hoje um acróstico elaborado pela Maria Dias, do7ºF:


Mas há mais....

A Biblioteca Escolar, na impossibilidade de manter nesta época de pandemia, devido à Covid 19, as suas portas abertas e os seus recursos físicos disponíveis e em livre acesso, a todos os alunos do nosso Agrupamento, criou na Plataforma Google Classroom, a BE@qui




À distância de um clique, a comunidade escolar poderá assim encontrar alguns livros, em formato digital, materiais de apoio ao desenvolvimento do currículo e indicações de recursos e sites que permitam complementar, da melhor forma, o Ensino à Distância que estamos a viver neste 3.º período escolar.

E nestes tempos de isolamento social, nada melhor que viajar e conhecer novas gentes e lugares através dos nossos amigos – OS LIVROS.

Boas leituras!!


22 de abril de 2020

Dia da Terra



Hoje, 22 de abril, celebra-se o 50º aniversário do Dia da Terra - meio século a alertar para os cuidados a ter com a casa de todos nós! - e a situação em que vivemos presentemente também nos recorda a imprescindibilidade de vivermos em harmonia com a Terra!

Na impossibilidade de estarmos fisicamente juntos e a desenvolver as ações já habituais, o Clube Europeu sugere que este seja um dia (ou uma semana!) de reflexão mas também de ação! Assim, partilhamos alguns links sobre o Dia da Terra e o Dia da Sobrecarga da Terra que vos darão, certamente, muita informação sobre o assunto e sobre comportamentos a adotar. 
Queremos acreditar que este seja um pequeno contributo para a necessária mudança de hábitos, com estilos de vida mais sustentáveis - recomeçar para o bem de toda a Humanidade!


16 de abril de 2020

Morreu Luís Sepúlveda

Clica na imagem para conheceres mais sobre Luís Sepúlveda

As nossas portas continuam fechadas, e hoje, também os nossos corações se fecham um pouco mais, com a notícia da morte de Luís Sepúlveda, "o escritor do exílio e das fábulas mágicas"


"Nascido em 1949, numa pequena vila chamada Ovalle, no Chile, Sepúlveda envolveu-se na política muito novo, ainda na faculdade. Antes, veio o teatro, ou a produção teatral, na Universidade Nacional do Chile. Um género que iria marcar muito da sua vida antes de se tornar um autor mundialmente famoso. 
Luis Sepúlveda foi internado em Gijón, nas Astúrias, no final de fevereiro, depois de ter sido diagnosticado com Covid-19, dias após ter estado em Portugal, para participar no festival literário Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim.
Sepúlveda foi,  em primeiro lugar, fruto de uma época que só poderia convertê-lo num contador de histórias. A ditadura de Augusto Pinochet, a guerra do Vietname, a descolonização em África, a revolução cubana, o maio de 68 antes do maio de 68 francês. E a Guerra Fria, que foi useira e vezeira da América Latina. De criança à vida adulta, o escritor chileno esteve sempre um pouco por dentro das convulsões sociais da segunda metade do século XX.
Luís Sepúlveda, um dos nomes maiores da literatura latino-americana, morreu, aos 70 anos, vítima de infeção pelo novo coronavírus. Deixa uma vasta obra literária, um autêntico “exercício de memória”, onde a fábula, melhor género para conhecer o ser humano “à distância”, como dizia, se convertia num pretexto para se debruçar sobre as personagens que foi conhecendo ao longo da vida." (texto com adaptações)
.


12 de abril de 2020

A Vida Mágica da Sementinha


As Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Ansião continuam a oferecer-te o contacto com os livros e os autores, mesmo estando o nosso espaço físico fechado. 

António Alves Redol nascido em Vila Franca de Xira em 29 de dezembro de 1911 e faleceu em Lisboa, em 29 de novembro de 1969, foi considerado um dos expoentes máximos do Neorrelismo português.
Clica na imagem para leres a biografia do autor
Filho de um comerciante de pequeno porte, na infância sonhava tornar-se médico, mas,influenciado pelo seu avô e dada a admiração que foi nutrindo pelos jornalistas e escritores, passou a aspirar uma vida dedicada às letras. 
Por volta dos 14 anos começou a enviar as suas prosas para os jornais.
Com cerca de dezasseis anos viajou para Angola, onde passou algum tempo, em contacto com a população local. 
Quando regressa a Portugal, Começa a conviver com intelectuais de esquerda, contrapondo-se, veemente, à conjuntura política da época.

Escreveu várias obras enquadradas nas categorias de romance, teatro, contos e literatura infanti, entre as quais se destacam Gaibéus, Forja, Nasci com Passaporte de Turista e a Vida mágica da Sementinha
Hoje deixamos a obra A Vida Mágica da Sementinha, uma obra que faz parte do Plano Nacional de Leitura e que retrata a vida rural de uma forma maravilhosa.


Fonte: https://issuu.com/bibliotecacarloscecio/docs/a_vida_m_gica_da_sementinha
(Texto com supressões)



7 de abril de 2020

A Nuvem Triste


E histórias contadas? É tão bom ouvir uma boa história bem contada!
É este o caso. A história chama-se A Nuvem Triste e é contada pela Rita Miguel, que já colaborou connosco noutras atividades da Biblioteca.

Se gostas de ouvir histórias, aproveitem esta!


O diário de Anne Frank


Não é fácil viver em quarentena, estar em isolamento social. No nosso caso, por causa de um vírus. No caso de Anne Frank, também ela isolada, escondida, pelo simples facto de ser judia.

Anne Frank (1929-1945) foi uma jovem judia vítima do nazismo. Morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha, deixando escrito um diário, que foi publicado por seu pai, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz (Polônia), intitulado "O Diário de Anne Frank". 

No dia 9 de julho de 1942, para não ser presa, a família de Anne Frank  mudou-se para um esconderijo, localizado na Prinsengrecht, 263, com mais quatro judeus, nos fundos da fábrica onde Otto Frank trabalhava. A família permaneceu ali até 04 de agosto de 1944. 

Anne Frank relatou em seu diário os conflitos de uma adolescente e a tensão de se viver escondida, sobrevivendo com a comida armazenada, a ajuda recebida de amigos, o sofrimento da guerra, os bombardeios que aterrorizavam a família, e a possibilidade de o “anexo secreto” ser descoberto e serem mortos a tiros.

Fonte: Wikipédia


O Diário de Anne Frank conta-te a vida desta criança que soube o que foi viver em isolamento. Por isso deixamos hoje aqui a obra em banda desenhada (texto com supressões).

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A Cigarra e a Formiga

Continuamos em tempos de quarentena, e o acesso à Biblioteca, impedido.
Na medida do possível, tentaremos deixar aqui o nosso contributo para quem quiser passar o tempo "à volta dos livros e das histórias".
Histórias podem contar-se de muitas maneiras: com palavras, com imagens, com palavras e imagens...
Hoje deixamos uma das muitas versões da fábula de Esopo, "A Cigarra e a Formiga", com um final um bocadinho diferente do original, com uma chamada de atenção: as lições de moral que as fábulas pretendem transmitir-nos, ficam sempre a cargo da consciência de cada um!

Mas antes...


"A Cigarra e a Formiga é uma das fábulas atribuídas a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine em francês. 
Esopo conta a história de uma cigarra que canta durante o verão, enquanto as formigas trabalharam para acumular provisões em seu formigueiro. No inverno, desamparada, a cigarra faminta pede-lhes um pouco dos grãos que punham a secar; perguntada sobre o que a fizera durante todo o verão, responde que não tivera tempo para juntar comida pois "cantara melodiosamente", ao que as formigas respondem que se cantara no verão, que dançasse no inverno. 

A mesma história foi então recontada por Jean de La Fontaine, procurando atualizar as fábulas de Esopo e ainda criando as suas próprias; em sua versão ele acentua que a formiga consegue acumular porque "nunca empresta nada a ninguém".

A versão que vais ver recria uma moral diferente, em que a formiga, embora continue laboriosa e previdente, não consegue ser tão malvada a ponto de deixar que a cigarra morra de fome..."    

Fonte: Wikipédia


A extraordinária fábula "A cigarra e a formiga" de três autores ...
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3 de abril de 2020

A criança e a vida


As portas da nossa Biblioteca estão fechadas. Mas esta janela para o mundo, que nos põe dentro da "aldeia global", proporciona-nos possibilidades quase infinitas de acedermos a imensas coisas. Livros, por exemplo!
E se é verdade que fisicamente não lhes podemos tocar, não é menos verdade que podemos continuar a ler, mesmo sem tirar o livro da prateleira.
Alguns de vocês já ouviram falar de Maria Rosa Colaço (abaixo, uma pequena biografia da autora).
Quem nunca leu esta obra maravilhosa, "A criança e a vida" (Texto com supressões) não deixe de aproveitar a oportunidade!

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Filha de Manuel Jacinto Colaço Júnior e de Margarida Parreira, Maria Rosa Colaço fez o curso de Enfermagem em Lisboa, na Escola de Enfermagem do Instituto Português de Oncologia e frequentou a Escola do Magistério Primário, em Évora. Mas foi como jornalista e autora de contos e poemas, alguns dos quais musicados, que o seu nome se tornou conhecido.

Iniciou a sua actividade como enfermeira , e seguidamente como professora do ensino primário, em Moçambique e em Almada, onde residiu durante um longo período.

Defensora da importância da leitura no desenvolvimento e na educação das crianças, celebrizou-se com a publicação do livro "A Criança e a Vida".

Colaborou regularmente com vários jornais e foi assessora da RTP (Rádio e Televisão Portuguesa).

Defensora da liberdade e senhora com carácter forte, sempre atenta às modificações da sociedade e defensora de uma participação cívica activa.

Deixou-nos uma obra repartida entre a literatura infantil, a ficção, o teatro e os programas televisivos para crianças.

Colaborou também com diversos artistas plásticos nacionais e estrangeiros legendando as suas obras.

Faleceu a 13 de outubro de 2004 e está sepultada no cemitério do Torrão.

Foi-lhe atribuída a comenda da Ordem da Liberdade com Palma por agraciamento póstumo proposto pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio.

2 de abril de 2020

Dia Internacional do Livro Infantil





Hoje, em todo o mundo, comemora-se o dia do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, (autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo) e, a partir de 1967, passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

Esta data é celebrada por iniciativa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens (IBBY) e para comemorar o dia, o IBBY Internacional divulga um cartaz e uma mensagem. Este ano da responsabilidade da Eslovénia, e o tema é «Fome de palavras», aqui bem representado pela ilustração de André Letria, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração em 2019.

Para comemoração deste dia, deixamos aqui uma sugestão de leitura.
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